Autivistas

23 de novembro de 2013 a 31 de janeiro de 2014

Exposição coletiva com importantes nomes da arte urbana, incluindo os artistas: Ciro Schu, Derlon Almeida, Hamilton Yokota, Felipe Yung, Fernanda Talavera, Herbet Baglione, Miss Van, Rafael Sliks, Ramon Martins e Samuel Kim.

 

Ariel Cusnir

Um Restaurante

23 de novembro de 2013 a 31 de janeiro de 2014

 

Beatriz Chachamovits

Siphinophora

18 junho a 27julho 2013

O universo permeado pelo trabalho de Chachamovits traz elementos biológicos, como se os fósseis e as vidas microscópica e submarina, para transformá-los em esquemas onde o absurdo dá luz a um ecossistema fantástico. Assim, o traço se desdobra para alcançar outras superfícies e dimensões. A investigação sobre a natureza torna-se uma investigação sobre o possível: do papel a escultura, a artista nos dá pistas de como cada elemento é em si o todo. Ao mesmo tempo que a totalidade, seja da obra de arte seja da própria vida, é quase intangível.

Galciani Neves

Luisa Editore

Desvio para o Branco

8 de agosto a 14 de setembro de 2013

Observando as pinturas de Luisa Editore de 2006 a 2010, é possível acompanhar como oolhar vai tomando cada vez mais distância do "objeto" retratado. Nas telas de 2011 e 2012 o afastamento é total e releva, finalmente, o assunto de suas pinturas, o "objeto" perseguido por este olhar: trata-se de uma vista aérea que desvela as camadas sobrepostas de links informacionais que configuram abóbadas urbanas invisíveis. O grid reinventado, a dúvida sobre a permanência, com as cores e os tons do nosso tempo. Pintura provisória na ordem do dia. Em São Paulo como em Nova Iorque, as questões mais urgentes colocadas pela e para a pintura contemporânea.

Juliana Monachesi

 

2013

Gilvan Nunes

Paixões Alegres

7 de maio a 8 de junho de 2013

Gilvan Nunes começa a pintar, ainda na década de 80, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, epicentro da retomada da pintura no Brasil. Tal como outros artistas florescidos nessa época, continua a investigar alternativas para pintar, num momento em que livre de cânones e princípios coletivos (tal como a perspectiva) cada artista deve encontrar seu próprio sistema pictórico. Há alguns anos, Gilvan passou de uma pintura que assimilava ao fazer manual a apropriação (de quadros anônimos e imagens recolhidas de publicações) para uma pintura vigorosa e sem projeto prévio, cujos resultados, processuais, sugerem motivos florais e paisagens. A beleza dessas pinturas e seus motivos banais, não contradiz a complexidade da ação pictórica genuína de Gilvan. O fazer manual é, portanto, atualmente, para esse artista, a via em que flui seu pensamento visual e o sentido poético de seu trabalho.

Fernado Cocchiarale

Ramon Martins

Depois do Fim

26 de março a 27 de abril de 2013

Em suas obras, autenticidade e afinidade compõem uma espécie de antropofagia étnica imaginaria, retratadas com virtuosismo psicodélico próprios do artista.

Casamento arranjado, cangaceiro e calendário maia mixados, banhistas asiáticas e memórias imaginarias são alguns dos temas apresentados nesta exposição, composta por: oito pinturas, cinco desenhos, duas fotografias impressas em chapa de aço, soundscape e um mural feito na própria galeria. 

Assim como a delicada beleza do afinar de uma orquestra preambulando o espetáculo, "Depois do Fim", convida a novos questionamentos, sendo as obras que a compõe não necessáriamente respostas para tais.